quinta-feira, 24 de março de 2011

Desumano humano

   Completamente “surtada” com todas as notícias sobre as lutas pela melhoria das condições de vida em diversos Países, procurei o porque da atitude de seus lideres. Conclui que o que autoriza um ditador é a defesa do território contra o domínio estranho. O que o condena é a falta da lógica sentimental.    Assim, dando, ou atribuindo, uma condição, sobre a qual possamos meditar, fica menos difícil ouvir sobre o que está acontecendo Tinha que haver uma razão, para tamanha insensatez, ser admitida por décadas, e, só então, ser combatida. Refiro-me ao que está acontecendo na Líbia, Síria, e outros Países, que procuram remediar o futuro.    Alguém comentou que isso, deve-se ao fato, de a população ter alcançado a Idade da Razão.   São os filhos dos cidadãos daquele momento, que cresceram sob influencia, do então governante, que se viram premidos a uma sujeição inaceitável. Seus pais puseram-no no comando, crentes que estavam fazendo o melhor, mas eles podem ajuizar que não é bem assim, pois, seus pais esperaram em vão, e eles, nem isso tiveram: esperança.    Houve o aumento da imigração, e consequente influencia sobre os menos abastados.    Então, a crise é culpa dos comunistas. Estes provocaram a rebeldia, a depressão, e o desregramento – bebedeiras, e vandalismo. Mas, cadê o líder para mediar à situação necessária?    O que viram foi a aparição de um “dono”, cioso do que poderia acontecer com seus “pertences”. Então o zelo, daquele momento, revelou-se possessão. Não é a soberania, e hegemonia que se intenta manter, mas a situação de usufruto que mantém o status alcançado, nem é ditadura…

terça-feira, 1 de março de 2011

Qual a Ciência de Deus realizada com a Biblioteconomia?

Qual a Noção filosófica realizada com a Biblioteconomia?

Quando aprendemos o que é Biblioteconomia ficamos com a certeza de que é uma Disciplina, portanto, um meio sem fim em si mesmo, para organizar materiais que, então, nos levará a conceituar e aprender algo, que se pretende, dê fluência em algum campo de conhecimento do qual se tenha pouco ou nenhum cabedal.

Mas, com a idade da Razão, esse conceito torna-se insuficiente. Passamos a querer que na condição de profissional, tenhamos maior envolvimento na manutenção da Vida, e que nossa Vida torne-se parte da História. Para tanto, é necessário que se tenha algo a fazer, que desperte, nos outros, o gosto, e a vontade de realizar o melhor possível em termos de vivência em âmbito universal.

Isso penso Eu, só podemos conseguir contribuindo com a manutenção do que é agradável à todos por estar ao alcance de todos: o seu uso, e usufruto. E tanto só é possível, quando se consegue manter a Filosofia, ou seja, o sentimento da presença de Deus em nós mesmos, em cada hum.

Tudo aconteceu subjetivamente para mim. Não fui aluna brilhante, não mim realizei profissionalmente, mas... pus na cabeça que serei Doutora. Pra tanto preciso comprovar que a Biblioteconomia dá a Ciência de Deus, e a mantem assim, em nossa Vida, pela conjugação do, e com o divino.

De inicio nos é dito que Biblioteconomia é uma palavra formada pela pronuncia corrida de três palavras gregas: Biblio - Tek – Nomia, e que se traduz como: organizar informações em alguma coisa, suporte material, como o papel, por exemplo; em um lugar: arquivos, e, museus, proporcionando economia de tempo em seu uso.

Nos quatro anos de Curso, esse conceito, conforme nosso interesse nos estudos, é aprendido, “captado”, e amplia-se, aí começa a se realizar o divino. Do restrito da Disciplina aprendida, deriva o geral da disciplina de nossa capacidade de relacionar assuntos diversos, em materiais diversos, analisar, selecionar, e definir o assunto específico, que separa em unidades específicas, obtendo o mais eficaz.

Isso decorre da especialização no uso do Sistema Cognitivo.

Agora, podemos ser Mestre.

Mas, o que nos fará Doutor?

O Doutorado decorre da descoberta de algo desconhecido, evidenciado por um problema para o qual não se tem, nem se procurou solução, e que, na Verdade, já aparece como “mal necessário”! Encontrar a solução será sanear/sarar, ou, esclarecer/curar, portanto, ser Doutor. `

É um momento mágico a sensação causada pelo fato de ter a disposição o suficiente para restaurar, instaurar, e realizar algo que fará o Mundo melhor... é divino.

No nosso caso, profissionais e estudantes de Biblioteconomia, é tudo infinitamente mais sublime: na busca de aprender a tornar o ato de adquirir conhecimento, econômico o quanto baste, findamos por ter uma visão ampla, geral, e irrestrita de tudo que é possível aprender. A divisa exata entre o bem, e o mal; o bom, e o mau; o maléfico, e o benéfico.... Aqui surge o ”qui” pró “quos”, ter a diferença entre o comportamento maléfico, e o benefíco, é o que precisamos resolver para ter a tarja de Doutor.

Na correnteza da História, onde o peso e força de água, advém da manifestação do gosto, e da vontade de cada um, e por vezes, de hum, como provar que há hum só, e único caminho possível de estar bem no Mundo!?

É isso que temos para fazer. Difundir a Verdade, e assim preservar a Vida. Delinear a linha Alba, que há, entre o construtivo, e o destrutivo, pois, está longe de qualquer um, dizer: ...“vem por aqui”... e ser atendido por todos. Mas, deixar tanto atestado é possível; difundir é devido; realizar é necessário. Assim realizamos Deus, e mantemos a Filosofia: na mente, no gosto, e vontade, desde o aprendido com Juízo de Valor.

Realizar a Filosofia pela difusão da Verdade, dos Princípios constitutivos, desde sua origem na Lógica sentimental, na Razão Suficiente, mantida, e constituída desde o uso de coleções de documentos que atestam a vantagem da aplicação de conhecimentos adquiridos, e sua continua aquisição, aprendizagem, e usufruto, posto ser todo Comportamento, fomentado pela economia na realização pessoal do que se fizer necessário, e, ou devido.

E, por fim, a Função da Biblioteconomia é organizar os conhecimentos na própria mente.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Educação

O Homem através das instituições procura a satisfação de fins amplos e comuns, para isso precisa estar estruturado: social, política, econômica, e administrativamente, constituindo Governo. De acordo com a maior intensidade do poder, o governo fica absoluto e constitucional, (os regimes são dados á saber quando ocorre abuso.) As formas de governo tem a mesma origem: a Monarquia, hierarquicamente dela deriva-se: o Parlamentarismo, e o Presidencialismo, constituindo a República, e o País.

Os termos foram mimetizados pelos semitas, desde os Códigos Anglicanos consequentes do contato com a Natureza, buscando saúde e beleza pelas irradiações solares. Nesses termos o mundo é uno, não existe repetição de formas dos lugares, ou dos habitats naturais, por isso a briga pelo lugar, e pela hierarquia das raças, continua sendo biológica, não tem fundamento na Verdade, mantém o Sistema Inorgânico. A Terra está dividida em regiões, e o que é possível querer é a Ordem que mantém o Universo. O modelo operacional tem os Códices embasados na trajetória do Sol, pela definição de Meridianos que são paralelos, e formam espiral, semelhantes aos rodamoinhos na água em movimento de correnteza no curso natural, o espiral criado pelo Sol, e ocorrido na Água.

Os movimentos populares puseram termos nos abusos das classes dominantes, a “fonte” passou a ser dona da matéria prima, e responsável pelo capital aplicado e movimentado, apenas, gerido pela capacidade da Nobreza, e regência dos Impérios.

A Tautologia constitui-se conservadora, e a estrutura do mundo consegue manter a infraestrutura do governo. Vivemos do Sistema de Leis, pelo Código de Ética, com os Códices do Código de Honra.

As condições geodésicas não se repetem, nem à semelhança, estabelece-se, por comparação, a relação pela forma. Não é a toa que buscamos o contato com a Natureza, somos parte de um todo que segue com ritmos inalteráveis, a partir dos quais ficamos restaurados, quando, ao menos, nos dispomos a tanto. Assim vivemos os mistérios, é alguma coisa que se encontra presente em todas as consciências, a falta de contato com a Natureza deixa uma lacuna, pela alteração do Sistema Límbico, ou do “Ilin”, o que constitui angustia. A Gestalt fica embasada nos três estágios fundamentais do pensamento: O estágio autístico; o estágio pré-lógico; e o estágio Lógico. A Lógica sentimental ordena as ideias, os pensamentos, e as tendências.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Gnose



A Gnose de um indivíduo é observada nos sentimentos e pensamentos que despertam em nós, e no clima que promovem no ambiente em que está. Para conotar esses aspectos são observadas as condições de saúde, e em especial, as condições de seu “centrum tendineum perinei”. Quanto mais saudável, mais fácil é a interação entre o indivíduo e o meio, incluindo os outros indivíduos. O “hiato”, quando ocorre, torna-se mais perceptível, ou sentido, quanto maior forem as alterações físicas e/ou fisioquímicas que este apresente. Do mesmo modo com relação ao meio ambiente, tanto mais nos dissociamos quanto mais poluído, e/ ou alterado esteja.
A Gnose constitui-se mistério, mas, quando vituperado, passa a ser segredo. A vituperação provoca a dissociação do indivíduo, este, na condição de pessoa, interage para sobreviver, isso o leva a ter atitudes aéticas, que, por vez, promove atitudes antipáticas ao convívio, o que é percebido como ameaça à integridade, ou mesmo, à vida. A busca pela dissolução, desse ciclo, o faz comentar a situação, isso expõe a Gnose que o afeta, e/ou ameaça, seu mistério torna-se segredo. A situação, então, pode ser “manipulada”... Este é o princípio que promove o desregramento Moral nas populações, inclui o “amor livre”, e a violência sexual, então a dissociação se faz sem que se tenha “conta”.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ética

Modernamente é definida como tendência. Parte do necessário que motiva a ação, a lógica da condução, ou do fundamento: I. A existência de um valor positivo; a não existência de um valor positivo; a existência de um valor negativo; a não existência de um valor negativo. II. O bom que atribui à realização de um valor positivo; o perverso que atribui à realização de um valor negativo; o bom atribui à realização de um valor superior; o perverso atribui à realização de um valor inferior. III. O critério do bom e do perverso consiste da realização do valor preferido, ou da oposição à um valor subordinado axiológicamente. (La Recherche 21(223), jouillet, 1990). Pessoalmente prefiro as Máximas.
A aprendizagem promove o tropismo constituindo condições nas quais ocorre o instinto relativo à atitude exigida, produzindo a tendência conservadora da integridade.Os animais irracionais vivem nas Selvas, os animais racionais, os humanos, aguentam viver, no máximo, em Florestas. A dispersão moral "deleta" a memória, perde-se a entropia, e amplitude, provocando a atitude de cépticos, para busca de Leis da Selva. Essa busca do diretamente oposto ao necessário, é puramente violenta, e promovida por seres já desprovidos de integridade mental.Negar ou subestimar a oposição direta á isto, é privar-se de toda compreensão dos fenómenos que principiam a Ética, a qual conforma, e mantém os animais racionais, e estes, os irracionais. E não confundam irracional com iracível.
REVISTA inovação, out./92. Diário de Pernambuco. 10/01/93. Vida Urbana.
LEVI STRAUSS. Claude. As estruturas elementares do parentesco. 2 ed.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Biblioteconomia e Cultura.

As funções mentais normais, não podem acontecer sem o fluxo de informações externas, verbalmente enunciadas, e oralizadas, legais e constitucionais. Estímulos sensoriais pelo contato táctil, devolve, apenas, a mobilidade e as funções fisioquímicas, com verbalização de idéias intuidas, ou, de reações emocionais. As línguas são produtos históricos e, por conseguinte, acidentais.
Ainda que desenvolvam sistemas de regras gramaticais para vocabulãrios não-algébricos, o uso de axiomas da criptografia, emudece, e diminue o tônus vital. Não refaz a situação, estabelece o regime do domínio "estrangeiro", perde-se a linkage, e o contágio mimético do grau no nível possível, prevalece o veto, e o limiar absoluto perdido é devasado pelo comunitário, e defasado pelo comunista, pôsto que: o Código de Ética com relação ao civismo, e o Código de Honra com relação ao profissional, e cidadão, são perdidos.
O ponto pacífico dos usos comunistas são os conceitos sinóticos no senso comum: ação dos instrumentos (de comunicação); fidelidade ontológica ao lema; unicidade; intensidade vibratória dos esquemas de: estímulo-resposta-junção; velocidade de mudanças dos multiplicadores tecnológicos sobre os mecanismos do comportamento humano da "massa".
Referência: POYARES, Walter Ramos. Mega comunicação: uma nova dimensão contemporânea. Rio de Janeiro, Agir, 1973. 156p. p. 52-3, 16, 31-2, 39, 41.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Faculdades

As Faculdades são a realização do Código Genético em termos simples, o Código é a soma de todos os "calores" adicionados resultado da soma de todos os atos, o primeiro é o "calor" retirado do reservatório quente (Pai) e rejeitado ao reservatório frio (Mãe) no ato carnal, ações e reações realizados. Até o nascimento todo o processo é inconsciente, telecinérgico, vegetativo, cenestésico, e por fim, sinérgico no indivíduo culto, e mesmo, apenas alfabetizado, a descrição dos sistemas dá a consciência da Ciência constituída pela memória da forma como se combina os elementos, tempo de duração da complementação e temperatura, que é a dita adequada à pessoa, ou melhor, ao indivíduo, constitui o Fundamento da Infralógica, a combinação biofísica da bioquímica, resguardando o Princípio constitucional da Faculdade diante de Deus, definida pelo aspecto comum a toda humanidade em suas duas formas: macho e fêmea, masculino e feminino, a variável considerada será a estatura.
No sistema orgânico o fundamento das regras, normas, e modos é o "ethós". Considerando a idade, ou maturidade e crescimento, os Princípios vistos determinam o comportamento, e instituições necessárias ou exigidas. Defini-se um sistema de leis respeitando os institutos em cada idade contada desde a vida intrauterina e, sistemicamente desde o estabelecimento do compromisso entre os Pais.
21 de Setembro de 1995.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Continuação da lista de tradução...

Philosophon biói: Vida dos Filosófos, Biografia.
Phisikón doksai: Opiniões dos Fisicos.
De phisicorum placitas: Preceitos dos Filosófos.
Vetusta placita: Velhos preceitos.
Epitome sive placita philosophorum e Extratos: Preceitos dos Filosófos.
O que está em itálico são doxógrafias.

Continuação de "Éthos"...

A regra ou norma é regida pelo "tópos", "nómos", "pólis", e "kosmópolis", o presuposto é a Física, ciência do movimento mantida pelos costumes mimetizados com hábitos, bens, e juízo de valores. Seu fim é a plenitude do funcionamento preservando a alma e/ou o ânimo, preservando a anima. Esse objetivo só é alcançado observando-se o "éthos" e os modos dos atos e da potência. Sua função é realizada pela Política e realiza a Cultura. "Éthikós" traduz Ética. "Éthos não significa Ética. "Éthos" é determinante de Ética. A idade da Razão contém a regra, revela a norma, e se manifesta no modo.

Referência:ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo, Enciclopédia Britânica do Brasil, 1993. 20V. V.9:Ètica:Filosofia; V.7: Diálogo.
21 de Abril de 1995

Tradução dos têrmos referidos em Latim, na ordem de citação no texto:

Physis: Física. Nóus: Alma, Intelecto. Magma: Inconsciente coletivo. Eidós: Idéia. Metakasýs: Participação. Tópos ouranós: Irascível. Sophrosýne: Temperança. Andría: Fortaleza. Phronésis: Prudência ou Sabedoria. Dikaiosýne: Justiça. Episteme: Epistemologia, Conhecimento racional. Tópos: Ápice. Nomos: normas. Pólis: Cidade. Kosmopólis: império. Anima: Inteligência.
Dialógos: Delineia a vida e os costumes dos Filósofos.

"Éthos" não é tradução de Ética. Ética é "Éthikós".

"Éthos" significa modo de ser, caráter, e traduz o que é etário e referente a uma idade ou a cada idade. O estudo da Ética se presta a manutenção da Moral, pôsto que, a natureza se realiza etariamente e sabe-se que cada consciência se realiza sob uma "luz" particular, a ação do Intelecto sobre a natureza é ato involuntário. Por conta disso defende-se o agir segundo as inclinações ou interêsses observando o fundamento da ação para seguir osprincípios racionais válidos universalmente. Mas, a Ètica determina o agir segundo o dever e por dever seguindo os juízos categóricos necessários à "phýsis" por manter o "nous" móvel do "magma", o "magma" é a sensação entrópica do "eidós" que realiza a "metaksýs", com isso abranjemos o "tópos ouranós" despertando a "sophrosýne", a "andría" ou a "phrónesis, conforme a situação que exige a ação ou reação. Uma ou outra das atitudes resulta da "dikaiosýne" conforme a faixa etária, por isso surge a Ética que com disciplina dá a episteme fundada no que os filósofos conseguiram determinar em seus diálogos. Faz-se sempre a pauta estética, para aprendizagem de Ética, indicando-se a leitura da "Philosofon bíoi" e tem-se listas de normas, regras, e modos com a leitura de suas anotações: "Physikón doksai", De physicorum placitas, Vetusta placita, epitome sive placita philosophorum, e Extratos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O Intlecto não é Fundamento da Inteligência

Inteligência --Intelecto
Intelligere -- Intus legere
Nous -- Dianóia
Razão -- Ratio
Operação -- Princípio
Verstand -- Understand
Recompõe segundo qualquer Sistema -- Decompõe segundo qualquer Lei
Obscorum -- Obscurius
Julgamento -- Visualização

O Intelecto pertence a estrutura primitiva. É Princípio da Inteligência e pode ser Fundamento se observado em suas condições orgânicas. É uma dimensão fundamental da mente, não é fator da Inteligência, nem habilidade. Do mesmo modo a Inteligência não constitui o Intelecto não é preciso reificar ou deificar a Inteligência para avaliar seu conceito e identidade. Afastar-se da vida primitiva significa elevar o grau de sanidade no aspecto físico, químico, e mental. A preservação do conceito de Intelecto como Fundamento da Inteligência obriga, quem o aprende, à pobreza, não à pobridade, à humilhação, não à humildade.
A possibilidade infinita de expansão da Razão suficiente com a Inteligência é pautado pelo Intelecto conservando a integridade. As regras,os modos, e as normas organizam o novo conhecimento fazendo-o quiescente e facultativo, se comprovadamente Constitucional.

Referência: DIDIO, Renato Alberto Teodoro. A Estrutura da Inteligência. São Paulo, Canton, 1972, 230p.
06 de Abril de 1995

quinta-feira, 11 de março de 2010

1 Ação, 10 Reações.

Jesse Lee Rader, Professor, enunciou o " Decálogo do Bibliotecário", mas o fez em sete itens, decálogo tem que ter 10, sem compromisso, mas cheia de intenções, fiz outra divisão, então ficou assim:

  1. ""Creio que nas diversas Categorias "a Biblioteca é o caminho para descobrir novos gênios como Milton, Newton, e Miguel Angêlo" (pela) Administração de Pessoal;
  2. "a Biblioteca é o melhor instrumento para vencer o analfabetismo" (pela) Habilitação do Pessoal;
  3. "a Biblioteca é luz que afugenta a ignorância" (com a) Relações Públicas;
  4. "pondo fim a essa causa de muitas vidas carecerem de objetivo," (pela) Seleção e Aquisição de Material Bibliográfico;
  5. "a Biblioteca desvia as mentes juvenis do vício e do crime" (com a) Catalogação, Classificação, e Preparo do Material para uso,;
  6. "a instrução propiciada pela Biblioteca acelera" (como) "a velocidade do progreso industrial", (pelo) Registro dos Leitores e Circulação do Material a domicílio;
  7. "os não suspeitados recursos da Biblioteca são a chave que resolve os mistérios da Ciência, da Literatura, da Arte" (pelo) Serviço de Referência e Consulta,;"
  8. e da própria Vida" (com a) Orientação dos Leitores;
  9. "a Biblioteca é semeadora infatigável de conhecimento" (pela)Manutenção das Coleções,;
  10. "e verdades por todo o Mundo" (pelo) Armazenamento do Material e Manutenção das Coleções."
Fiz a adaptação em 1999, apartir de LITTON, de 1975. O tempo passa, mas nossa missão continua a mesma. Bom Dia do Bibliotecário para todos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Biblioteconomia

O uso da Biblioteconomia garante a recuperação integral da informação tratada segundo seus critérios, metódos, e regras.
Biblioteconomia é a Arte de preservar a memória de um documento, para recuperação de seu conteúdo, apartir de dados selecionados deste mesmo documento, incluindo o edito.
Uma entrada catalográfica é uma "radiografia", seu manuseio pode recuperar toda uma ordem seriada, claro, se a entrada estiver inserida na ordem correta, entre outras entradas, também corretas.É a preservação mnemónica que constitui, restaura, promove, ou instaura na mente, a idéia que se busca conotar, de forma que outros possam vir a saber e conhecer.Instaura a Ciência que, com o decorrer do uso, constitui a Faculdade de forma eficaz. A Ciência é a capacidade de coordenar as idéias aprendidas com o manuseio dos documentos, e a Faculdade é a eficiência com que se realiza esta capacidade, que com o uso contínuo, especializa, tornando cada vez mais rápida a escolha entre duas idéias concorrentes, qual a mais eficaz como informação recuperada para determinado fim, especificado anteriormente por quem a necessita, pela adequação que apresenta, ou relevância.
Posso especializar-me em qualquer Arte ou Disciplina, pelo simples uso dos recursos da Biblioteconomia. Claro, serei sempre um "rábula", mas, serei sempre eficaz naquilo que me proponho: recuperar documentos, conservar o conhecimento preservado, disseminar seu conteúdo.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Atualização.

Estou sempre reparando na atualização dos blogs que descubro. Alguns estão com defassagem de ano, ou meses. Não quero que isso aconteça com o meu. Por isso enquanto espero uma "iluminação" que desperte-me as ideias, vou fazendo o que me apetece, procurar assunto. Convidei três pessoas para colaborar, estou desatualizada, e com "sequelas" por não ter conseguido uma pós graduação. Ir p'ra Paraíba, nem pensar, p'ra mim seria anti ético. Meu sonho era ter "córum" para começar tudo aqui, quero dizer, continuar, tudo aqui. Mas, o que vi foi um "salto de nível" "pegando carona em outro Curso". Nada consola-me !

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Encerramento

Chegou o fim do ano. Dá p'ra fazer mais nada ! Mas, logo chegará um ano novo inteirinho, aí continuo tudo novamente. Espero para o mundo um ano pleno de realizações, maiores do que as que já conseguimos. Até lá.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SITE ETERNAMENTE EM MANUTENÇÃO...!

CADÊ NOSSO SITE ? NÃO É SEM RAZÃO QUE PERDEMOS O ESPAÇO DE NOSSO DEPARTAMENTO NA UFPE PARA O DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO. DESDE 1977, QUANDO ENTREI NO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA, QUE OUÇO FALAR QUE OS BIBLIOTECÁRIOS FORMAM UMA ELITE DEVOTADA E EFICIENTE, MAS, COMO DIZIA UMA PROFESSORA DO CURSO, TAMBÉM BIBLIOTECÁRIA, EFICIÊNCIA NÃO É EFICÁCIA ! ACREDITO QUE QUANDO FOI POSSÍVEL EVOLUIR NA GRADUAÇÃO, NÃO CONSEGUIMOS CORUM, DAÍ O "JEITO BRASILEÑO" FOI USAR OUTRO MEIO PARA COMPENSAR A DEMANDA. NA MINHA ÉPOCA FALAVAMOS DO COMPUTADOR COMO ALGO QUE ACONTECERIA NA PRÓXIMA DÉCADA, NO MÍNIMO, O "TEMPO DE JACINTOS" CHEGOU, E CADÊ A BIBLIOTECONOMIA FAZENDO A PARTE QUE É NECESSÁRIA, E ESTÁ FALTANDO. NEM UM SITE NÓS TEMOS ! AS BIBLIOTECAS ESTÃO INFORMATIZADAS, MAS, PELO QUE VÍ, NÃO EXISTEM PROGRAMAS DISPONÍVEIS NO MERCADO, E TUDO QUE EXISTE, É FEITO APARTIR DE ADEQUAÇÕES. SEMPRE ÓDIEI AS MUDANÇAS QUE TINHAMOS DE FAZER NA CATALOGAÇÃO/INDEXAÇÃO PARA AS "ENTRADAS MECANIZADAS". PENSO QUE DEVERIAMOS USAR O QUE APRENDEMOS, OS OUTROS MODOS SERIAM USADOS PELOS OUTROS ADEQUANDO NOSSO MATERIAL ÀS SUAS NECESSIDADES. MAS DESCOBRÍ UMA COISA. SERÁ QUE NÓS PROFISSIONAIS SABEMOS O QUE É BIBLIOTECONOMIA ? ACRDEDITO QUE FICAMOS RESTRITOS AO TRATAMENTO TÉCNICO PORQUE NÃO CONHECEMOS NOSSA CIÊNCIA E NOSSA FACULDADE.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Realizando o que falta com Biblioteconomia

Apesar de ser uma analfabeta digital, entrei na Internet! Queria expôr minhas ideias e discuti-las com outros. Entrei em duas páginas que despertaram meu interesse, e que entendi, tinham a dinâmica que procuro, mas não é o que pensei, as pessoas nem mesmo respondem, ou comentam prontamente. para ter ou fazer a dinâmica que busco, é preciso descobrir outras pessoas que tenham o mesmo interesse e dispor para estas um meio um meio de realizar este intento. Estou fazendo isto agora, e conto com o aspecto de ter utilidade pública essa minha iniciativa. Desejo que seja verdade essa "inspiração".