Especializado. Aplicação da Biblioteconomia para fomentar a Cultura e a Ciência Política.
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Qual a Ciência de Deus realizada com a Biblioteconomia?
Qual a Noção filosófica realizada com a Biblioteconomia?
Quando aprendemos o que é Biblioteconomia ficamos com a certeza de que é uma Disciplina, portanto, um meio sem fim em si mesmo, para organizar materiais que, então, nos levará a conceituar e aprender algo, que se pretende, dê fluência em algum campo de conhecimento do qual se tenha pouco ou nenhum cabedal.
Mas, com a idade da Razão, esse conceito torna-se insuficiente. Passamos a querer que na condição de profissional, tenhamos maior envolvimento na manutenção da Vida, e que nossa Vida torne-se parte da História. Para tanto, é necessário que se tenha algo a fazer, que desperte, nos outros, o gosto, e a vontade de realizar o melhor possível em termos de vivência em âmbito universal.
Isso penso Eu, só podemos conseguir contribuindo com a manutenção do que é agradável à todos por estar ao alcance de todos: o seu uso, e usufruto. E tanto só é possível, quando se consegue manter a Filosofia, ou seja, o sentimento da presença de Deus em nós mesmos, em cada hum.
Tudo aconteceu subjetivamente para mim. Não fui aluna brilhante, não mim realizei profissionalmente, mas... pus na cabeça que serei Doutora. Pra tanto preciso comprovar que a Biblioteconomia dá a Ciência de Deus, e a mantem assim, em nossa Vida, pela conjugação do, e com o divino.
De inicio nos é dito que Biblioteconomia é uma palavra formada pela pronuncia corrida de três palavras gregas: Biblio - Tek – Nomia, e que se traduz como: organizar informações em alguma coisa, suporte material, como o papel, por exemplo; em um lugar: arquivos, e, museus, proporcionando economia de tempo em seu uso.
Nos quatro anos de Curso, esse conceito, conforme nosso interesse nos estudos, é aprendido, “captado”, e amplia-se, aí começa a se realizar o divino. Do restrito da Disciplina aprendida, deriva o geral da disciplina de nossa capacidade de relacionar assuntos diversos, em materiais diversos, analisar, selecionar, e definir o assunto específico, que separa em unidades específicas, obtendo o mais eficaz.
Isso decorre da especialização no uso do Sistema Cognitivo.
Agora, podemos ser Mestre.
Mas, o que nos fará Doutor?
O Doutorado decorre da descoberta de algo desconhecido, evidenciado por um problema para o qual não se tem, nem se procurou solução, e que, na Verdade, já aparece como “mal necessário”! Encontrar a solução será sanear/sarar, ou, esclarecer/curar, portanto, ser Doutor. `
É um momento mágico a sensação causada pelo fato de ter a disposição o suficiente para restaurar, instaurar, e realizar algo que fará o Mundo melhor... é divino.
No nosso caso, profissionais e estudantes de Biblioteconomia, é tudo infinitamente mais sublime: na busca de aprender a tornar o ato de adquirir conhecimento, econômico o quanto baste, findamos por ter uma visão ampla, geral, e irrestrita de tudo que é possível aprender. A divisa exata entre o bem, e o mal; o bom, e o mau; o maléfico, e o benéfico.... Aqui surge o ”qui” pró “quos”, ter a diferença entre o comportamento maléfico, e o benefíco, é o que precisamos resolver para ter a tarja de Doutor.
Na correnteza da História, onde o peso e força de água, advém da manifestação do gosto, e da vontade de cada um, e por vezes, de hum, como provar que há hum só, e único caminho possível de estar bem no Mundo!?
É isso que temos para fazer. Difundir a Verdade, e assim preservar a Vida. Delinear a linha Alba, que há, entre o construtivo, e o destrutivo, pois, está longe de qualquer um, dizer: ...“vem por aqui”... e ser atendido por todos. Mas, deixar tanto atestado é possível; difundir é devido; realizar é necessário. Assim realizamos Deus, e mantemos a Filosofia: na mente, no gosto, e vontade, desde o aprendido com Juízo de Valor.
Realizar a Filosofia pela difusão da Verdade, dos Princípios constitutivos, desde sua origem na Lógica sentimental, na Razão Suficiente, mantida, e constituída desde o uso de coleções de documentos que atestam a vantagem da aplicação de conhecimentos adquiridos, e sua continua aquisição, aprendizagem, e usufruto, posto ser todo Comportamento, fomentado pela economia na realização pessoal do que se fizer necessário, e, ou devido.
E, por fim, a Função da Biblioteconomia é organizar os conhecimentos na própria mente.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Educação
O Homem através das instituições procura a satisfação de fins amplos e comuns, para isso precisa estar estruturado: social, política, econômica, e administrativamente, constituindo Governo. De acordo com a maior intensidade do poder, o governo fica absoluto e constitucional, (os regimes são dados á saber quando ocorre abuso.) As formas de governo tem a mesma origem: a Monarquia, hierarquicamente dela deriva-se: o Parlamentarismo, e o Presidencialismo, constituindo a República, e o País.
Os termos foram mimetizados pelos semitas, desde os Códigos Anglicanos consequentes do contato com a Natureza, buscando saúde e beleza pelas irradiações solares. Nesses termos o mundo é uno, não existe repetição de formas dos lugares, ou dos habitats naturais, por isso a briga pelo lugar, e pela hierarquia das raças, continua sendo biológica, não tem fundamento na Verdade, mantém o Sistema Inorgânico. A Terra está dividida em regiões, e o que é possível querer é a Ordem que mantém o Universo. O modelo operacional tem os Códices embasados na trajetória do Sol, pela definição de Meridianos que são paralelos, e formam espiral, semelhantes aos rodamoinhos na água em movimento de correnteza no curso natural, o espiral criado pelo Sol, e ocorrido na Água.
Os movimentos populares puseram termos nos abusos das classes dominantes, a “fonte” passou a ser dona da matéria prima, e responsável pelo capital aplicado e movimentado, apenas, gerido pela capacidade da Nobreza, e regência dos Impérios.
A Tautologia constitui-se conservadora, e a estrutura do mundo consegue manter a infraestrutura do governo. Vivemos do Sistema de Leis, pelo Código de Ética, com os Códices do Código de Honra.
As condições geodésicas não se repetem, nem à semelhança, estabelece-se, por comparação, a relação pela forma. Não é a toa que buscamos o contato com a Natureza, somos parte de um todo que segue com ritmos inalteráveis, a partir dos quais ficamos restaurados, quando, ao menos, nos dispomos a tanto. Assim vivemos os mistérios, é alguma coisa que se encontra presente em todas as consciências, a falta de contato com a Natureza deixa uma lacuna, pela alteração do Sistema Límbico, ou do “Ilin”, o que constitui angustia. A Gestalt fica embasada nos três estágios fundamentais do pensamento: O estágio autístico; o estágio pré-lógico; e o estágio Lógico. A Lógica sentimental ordena as ideias, os pensamentos, e as tendências.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Gnose
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Ética
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Biblioteconomia e Cultura.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Faculdades
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Continuação da lista de tradução...
Phisikón doksai: Opiniões dos Fisicos.
De phisicorum placitas: Preceitos dos Filosófos.
Vetusta placita: Velhos preceitos.
Epitome sive placita philosophorum e Extratos: Preceitos dos Filosófos.
Continuação de "Éthos"...
Referência:ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo, Enciclopédia Britânica do Brasil, 1993. 20V. V.9:Ètica:Filosofia; V.7: Diálogo.
Tradução dos têrmos referidos em Latim, na ordem de citação no texto:
Physis: Física. Nóus: Alma, Intelecto. Magma: Inconsciente coletivo. Eidós: Idéia. Metakasýs: Participação. Tópos ouranós: Irascível. Sophrosýne: Temperança. Andría: Fortaleza. Phronésis: Prudência ou Sabedoria. Dikaiosýne: Justiça. Episteme: Epistemologia, Conhecimento racional. Tópos: Ápice. Nomos: normas. Pólis: Cidade. Kosmopólis: império. Anima: Inteligência.
Dialógos: Delineia a vida e os costumes dos Filósofos.
"Éthos" não é tradução de Ética. Ética é "Éthikós".
quarta-feira, 28 de abril de 2010
O Intlecto não é Fundamento da Inteligência
Intelligere -- Intus legere
Nous -- Dianóia
Razão -- Ratio
Operação -- Princípio
Verstand -- Understand
Recompõe segundo qualquer Sistema -- Decompõe segundo qualquer Lei
Obscorum -- Obscurius
Julgamento -- Visualização
O Intelecto pertence a estrutura primitiva. É Princípio da Inteligência e pode ser Fundamento se observado em suas condições orgânicas. É uma dimensão fundamental da mente, não é fator da Inteligência, nem habilidade. Do mesmo modo a Inteligência não constitui o Intelecto não é preciso reificar ou deificar a Inteligência para avaliar seu conceito e identidade. Afastar-se da vida primitiva significa elevar o grau de sanidade no aspecto físico, químico, e mental. A preservação do conceito de Intelecto como Fundamento da Inteligência obriga, quem o aprende, à pobreza, não à pobridade, à humilhação, não à humildade.
A possibilidade infinita de expansão da Razão suficiente com a Inteligência é pautado pelo Intelecto conservando a integridade. As regras,os modos, e as normas organizam o novo conhecimento fazendo-o quiescente e facultativo, se comprovadamente Constitucional.
Referência: DIDIO, Renato Alberto Teodoro. A Estrutura da Inteligência. São Paulo, Canton, 1972, 230p.
quinta-feira, 11 de março de 2010
1 Ação, 10 Reações.
- ""Creio que nas diversas Categorias "a Biblioteca é o caminho para descobrir novos gênios como Milton, Newton, e Miguel Angêlo" (pela) Administração de Pessoal;
- "a Biblioteca é o melhor instrumento para vencer o analfabetismo" (pela) Habilitação do Pessoal;
- "a Biblioteca é luz que afugenta a ignorância" (com a) Relações Públicas;
- "pondo fim a essa causa de muitas vidas carecerem de objetivo," (pela) Seleção e Aquisição de Material Bibliográfico;
- "a Biblioteca desvia as mentes juvenis do vício e do crime" (com a) Catalogação, Classificação, e Preparo do Material para uso,;
- "a instrução propiciada pela Biblioteca acelera" (como) "a velocidade do progreso industrial", (pelo) Registro dos Leitores e Circulação do Material a domicílio;
- "os não suspeitados recursos da Biblioteca são a chave que resolve os mistérios da Ciência, da Literatura, da Arte" (pelo) Serviço de Referência e Consulta,;"
- e da própria Vida" (com a) Orientação dos Leitores;
- "a Biblioteca é semeadora infatigável de conhecimento" (pela)Manutenção das Coleções,;
- "e verdades por todo o Mundo" (pelo) Armazenamento do Material e Manutenção das Coleções."
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Biblioteconomia
Biblioteconomia é a Arte de preservar a memória de um documento, para recuperação de seu conteúdo, apartir de dados selecionados deste mesmo documento, incluindo o edito.
Uma entrada catalográfica é uma "radiografia", seu manuseio pode recuperar toda uma ordem seriada, claro, se a entrada estiver inserida na ordem correta, entre outras entradas, também corretas.É a preservação mnemónica que constitui, restaura, promove, ou instaura na mente, a idéia que se busca conotar, de forma que outros possam vir a saber e conhecer.Instaura a Ciência que, com o decorrer do uso, constitui a Faculdade de forma eficaz. A Ciência é a capacidade de coordenar as idéias aprendidas com o manuseio dos documentos, e a Faculdade é a eficiência com que se realiza esta capacidade, que com o uso contínuo, especializa, tornando cada vez mais rápida a escolha entre duas idéias concorrentes, qual a mais eficaz como informação recuperada para determinado fim, especificado anteriormente por quem a necessita, pela adequação que apresenta, ou relevância.
Posso especializar-me em qualquer Arte ou Disciplina, pelo simples uso dos recursos da Biblioteconomia. Claro, serei sempre um "rábula", mas, serei sempre eficaz naquilo que me proponho: recuperar documentos, conservar o conhecimento preservado, disseminar seu conteúdo.