quinta-feira, 24 de março de 2011

Desumano humano

   Completamente “surtada” com todas as notícias sobre as lutas pela melhoria das condições de vida em diversos Países, procurei o porque da atitude de seus lideres. Conclui que o que autoriza um ditador é a defesa do território contra o domínio estranho. O que o condena é a falta da lógica sentimental. 

   Assim, dando, ou atribuindo, uma condição, sobre a qual possamos meditar, fica menos difícil ouvir sobre o que está acontecendo

 Tinha que haver uma razão, para tamanha insensatez, ser admitida por décadas, e, só então, ser combatida. Refiro-me ao que está acontecendo na Líbia, Síria, e outros Países, que procuram remediar o futuro. 

   Alguém comentou que isso, deve-se ao fato, de a população ter alcançado a Idade da Razão.   São os filhos dos cidadãos daquele momento, que cresceram sob influencia, do então governante, que se viram premidos a uma sujeição inaceitável. Seus pais puseram-no no comando, crentes que estavam fazendo o melhor, mas eles podem ajuizar que não é bem assim, pois, seus pais esperaram em vão, e eles, nem isso tiveram: esperança. 

   Houve o aumento da imigração, e consequente influencia sobre os menos abastados. 

   Então, a crise é culpa dos comunistas. Estes provocaram a rebeldia, a depressão, e o desregramento – bebedeiras, e vandalismo. Mas, cadê o líder para mediar à situação necessária? 

   O que viram foi a aparição de um “dono”, cioso do que poderia acontecer com seus “pertences”. Então o zelo, daquele momento, revelou-se possessão. Não é a soberania, e hegemonia que se intenta manter, mas a situação de usufruto que mantém o status alcançado, nem é ditadura…

terça-feira, 1 de março de 2011

Qual a Ciência de Deus realizada com a Biblioteconomia?

Qual a Noção filosófica realizada com a Biblioteconomia?

Quando aprendemos o que é Biblioteconomia ficamos com a certeza de que é uma Disciplina, portanto, um meio sem fim em si mesmo, para organizar materiais que, então, nos levará a conceituar e aprender algo, que se pretende, dê fluência em algum campo de conhecimento do qual se tenha pouco ou nenhum cabedal.

Mas, com a idade da Razão, esse conceito torna-se insuficiente. Passamos a querer que na condição de profissional, tenhamos maior envolvimento na manutenção da Vida, e que nossa Vida torne-se parte da História. Para tanto, é necessário que se tenha algo a fazer, que desperte, nos outros, o gosto, e a vontade de realizar o melhor possível em termos de vivência em âmbito universal.

Isso penso Eu, só podemos conseguir contribuindo com a manutenção do que é agradável à todos por estar ao alcance de todos: o seu uso, e usufruto. E tanto só é possível, quando se consegue manter a Filosofia, ou seja, o sentimento da presença de Deus em nós mesmos, em cada hum.

Tudo aconteceu subjetivamente para mim. Não fui aluna brilhante, não mim realizei profissionalmente, mas... pus na cabeça que serei Doutora. Pra tanto preciso comprovar que a Biblioteconomia dá a Ciência de Deus, e a mantem assim, em nossa Vida, pela conjugação do, e com o divino.

De inicio nos é dito que Biblioteconomia é uma palavra formada pela pronuncia corrida de três palavras gregas: Biblio - Tek – Nomia, e que se traduz como: organizar informações em alguma coisa, suporte material, como o papel, por exemplo; em um lugar: arquivos, e, museus, proporcionando economia de tempo em seu uso.

Nos quatro anos de Curso, esse conceito, conforme nosso interesse nos estudos, é aprendido, “captado”, e amplia-se, aí começa a se realizar o divino. Do restrito da Disciplina aprendida, deriva o geral da disciplina de nossa capacidade de relacionar assuntos diversos, em materiais diversos, analisar, selecionar, e definir o assunto específico, que separa em unidades específicas, obtendo o mais eficaz.

Isso decorre da especialização no uso do Sistema Cognitivo.

Agora, podemos ser Mestre.

Mas, o que nos fará Doutor?

O Doutorado decorre da descoberta de algo desconhecido, evidenciado por um problema para o qual não se tem, nem se procurou solução, e que, na Verdade, já aparece como “mal necessário”! Encontrar a solução será sanear/sarar, ou, esclarecer/curar, portanto, ser Doutor. `

É um momento mágico a sensação causada pelo fato de ter a disposição o suficiente para restaurar, instaurar, e realizar algo que fará o Mundo melhor... é divino.

No nosso caso, profissionais e estudantes de Biblioteconomia, é tudo infinitamente mais sublime: na busca de aprender a tornar o ato de adquirir conhecimento, econômico o quanto baste, findamos por ter uma visão ampla, geral, e irrestrita de tudo que é possível aprender. A divisa exata entre o bem, e o mal; o bom, e o mau; o maléfico, e o benéfico.... Aqui surge o ”qui” pró “quos”, ter a diferença entre o comportamento maléfico, e o benefíco, é o que precisamos resolver para ter a tarja de Doutor.

Na correnteza da História, onde o peso e força de água, advém da manifestação do gosto, e da vontade de cada um, e por vezes, de hum, como provar que há hum só, e único caminho possível de estar bem no Mundo!?

É isso que temos para fazer. Difundir a Verdade, e assim preservar a Vida. Delinear a linha Alba, que há, entre o construtivo, e o destrutivo, pois, está longe de qualquer um, dizer: ...“vem por aqui”... e ser atendido por todos. Mas, deixar tanto atestado é possível; difundir é devido; realizar é necessário. Assim realizamos Deus, e mantemos a Filosofia: na mente, no gosto, e vontade, desde o aprendido com Juízo de Valor.

Realizar a Filosofia pela difusão da Verdade, dos Princípios constitutivos, desde sua origem na Lógica sentimental, na Razão Suficiente, mantida, e constituída desde o uso de coleções de documentos que atestam a vantagem da aplicação de conhecimentos adquiridos, e sua continua aquisição, aprendizagem, e usufruto, posto ser todo Comportamento, fomentado pela economia na realização pessoal do que se fizer necessário, e, ou devido.

E, por fim, a Função da Biblioteconomia é organizar os conhecimentos na própria mente.